Artigo: Implantação de novos equipamentos e tecnologias no treinamento de tropa de patrulhamento tático
Pedro Henrique Lazari¹, Marcos Jefferson de Faria Junior²
RESUMO
O cenário contemporâneo de segurança pública é marcado pelo crescimento e modernização do crime organizado na última década, fator que exige dos agentes um preparo técnico e psicológico cada vez mais rigoroso para enfrentar situações de alto risco. A partir desta realidade, a presente pesquisa analisa a viabilidade da implantação de simuladores de disparo a seco no treinamento das tropas de patrulhamento tático da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP).
Este artigo investiga o trinômio fundamental da segurança pública: “Homem – Equipamento – Treinamento” e busca entender como alcançar a otimização através da implantação de novas tecnologias que possam garantir vantagens no combate tático diário, uma vez que o problema central apresenta-se nas limitações logísticas e financeiras que envolvem o treinamento com munição real, tais como a escassez de estandes de tiro adequados, os elevados custos operacionais de insumos e a dificuldade de conciliar o tempo de instrução com as demandas constantes do serviço operacional, alinhado ao risco inerente de acidentes durante o processo de aprendizagem com armamento carregado, onde falhas naturais de aprendizado podem resultar em consequências fatais se não houver ambientes controlados.
Através de um método hipotético-dedutivo e uma abordagem qualitativa e quantitativa, o trabalho testa a hipótese de que o uso de simuladores, a exemplo da BlueGun, oferece uma alternativa segura, tecnicamente eficaz e economicamente sustentável ao permitir a reiteração frequente dos fundamentos de tiro.
O Plano de Comando 2024-2031 da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) prioriza a modernização tecnológica, a valorização do capital humano e a busca pela excelência na gestão de recursos., de forma, que o presente artigo busca resultados que pretendem fornecer subsídios científicos e práticos para fundamentar decisões estratégicas voltadas à modernização do treinamento policial.
Palavras-chave: Polícia Militar; treinamento policial; combate tático.
1. INTRODUÇÃO
O cenário contemporâneo da segurança pública impõe às forças policiais crescente necessidade de modernização técnica.
A evolução do crime organizado, a ampliação do acesso a armamentos e a complexificação das ocorrências críticas exigem formação contínua e treinamento de alto desempenho. O trinômio institucional Homem, Equipamento e Treinamento fundamenta a excelência operacional. Contudo, limitações orçamentárias e logísticas impactam diretamente a frequência de treinamentos com munição real, demandando soluções complementares tecnologicamente viáveis.
Nos anos 70, o estado de São Paulo vivia um período de forte insegurança, marcado pela atuação de guerrilhas urbanas e rurais lideradas por figuras como Carlos Lamarca e Carlos Marighella. Diante desse cenário, o Tenente-Coronel Salvador D’Aquino, então comandante do 1º Batalhão Policial, percebeu que era necessário um policiamento mais enérgico. Ele idealizou uma força com viaturas maiores e equipamentos específicos para o combate desses criminosos.
Assim nasceram as Rondas Bancárias, o embrião da ROTA.
Hoje, a ROTA é uma das tropas de elite mais respeitadas do mundo e o berço do patrulhamento tático. Dos tempos das históricas Veraneios até as modernas Trailblazers, o braçal e a boina preta simbolizam a última barreira do estado contra o crime, garantindo a tranquilidade da população paulista.
As novas demandas de combate oriundas do aperfeiçoamento do crime organizado fizeram com que fossem criados, também, Batalhões de Ações Especiais (BAEP) para atendimento das ocorrências de maior periculosidade nas cidades localizadas no interior do Estado de São Paulo e apoio ao 1º Batalhão de Choque na área da capital estadual.
2. PATRULHAMENTO TÁTICO
O patrulhamento tático constitui uma modalidade especializada de policiamento voltada ao enfrentamento do crime organizado e de ocorrências de alta periculosidade. Essa doutrina é executada principalmente pela ROTA, pioneira e detentora do referencial técnico, além das companhias de Força Tática e dos BAEP, que formam a espinha dorsal dessa especialização. A modalidade é indispensável para a preservação da ordem pública, a relevância estratégica dessas tropas para a segurança pública reside no seu preparo diferenciado, uma vez que suas equipes dispõem de treinamento especializado, táticas avançadas e armamentos de maior poder de fogo em comparação ao policiamento territorial convencional.
O policial do patrulhamento tático deve estar preparado para solucionar situações de alto risco ou isolar o caos até a chegada de apoios. Contudo, a rotina operacional e as limitações orçamentárias nem sempre permitem que o treinamento com munição real ocorra com a frequência desejada.
Nesse viés, o uso de simuladores de tiro surge como uma possibilidade aos policiais treinarem em ambientes controlados e de baixo custo. Como enfatizado nas Normas para o Sistema Operacional de Policiamento (NORSOP), a excelência da gestão e o equilíbrio no emprego de recursos são diretrizes básicas da corporação.
3. METODOLOGIA
Para o estabelecimento do rol comparativo entre o treinamento convencional da PMESP e a utilização de equipamentos de simulação e o impacto disso no efetivo treinamento dos policiais, este artigo foi produzido utilizando um método hipotético-dedutivo e abordagem qualitativa e quantitativa. Para a abordagem quantitativa foram especificados os gastos decorrentes do treinamento convencional atualmente adotado pela PMESP, além dos valores que são empenhados na utilização de equipamentos de simulação, como por exemplo, a Blue Gun. Na seara qualitativa, foram utilizados como referenciais teóricos outros trabalhos que já trouxeram à discussão a utilização de equipamentos simuladores no treinamento policial, como por exemplo a dissertação “A utilização do simulador de tiro policial como ferramenta auxiliar ao Método Giraldi de tiro defensivo na preservação da vida” (Batista, Edson Ribeiro. 2014.)
4. O CUSTO DO TREINAMENTO CONVENCIONAL DA PMESP
O pilar do treinamento de tiro na PMESP é o Método Giraldi (Tiro Defensivo na Preservação da Vida). Conforme o manual M-19-PM (2013), o método não visa apenas o acerto no alvo, mas a proteção integral da vida, baseando-se em procedimentos que condicionam o policial a agir dentro da legalidade e da técnica sob pressão e em ocorrências complexas.
Imagem 1 – Brasão do Curso de Docência em tiro defensivo pela preservação da vida
Fonte: M-19-PM (2013, p. 14).
Composto por três currículos fundamentais: o Básico (focado no manuseio seguro do armamento e fundamentos), o Condicionado (pistas que simulam a realidade) e o Específico (voltado para unidades especializadas), a doutrinação desse método se consolida na máxima: “Não basta saber atirar, é preciso saber quando não atirar.” (Giraldi, 2013, p. 239). No entanto, a execução completa desta doutrina em estandes reais exige uma infraestrutura de alto custo e podem expor o efetivo a riscos que o simulador busca mitigar.
Embora o método declare que a fidelidade sensorial e o uso de munição real são indispensáveis para evitar o que o manual traz como “Treinar de uma forma e atuar de outra.” (Giraldi, 2013, p. 24), a Safe Gun Pro Laser, busca romper a barreira da “ilusão” ao permitir o uso da própria arma do policial, acoplada a sistemas que rastreiam o movimento e a decisão de tiro, mitigando as críticas doutrinárias.
O treinamento de uma tropa tática requer volume de disparos para a consolidação da memória muscular. Quando analisamos o custo de uma sessão de treinamento padrão com 100 disparos utilizando cartuchos da CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos), os números tornam-se expressivos:
O custo de aquisição das pistolas Glock é o primeiro grande impacto. A publicação do processo Nº CMB-2021340005 no Diário Oficial Poder Executivo – Seção I em 11 de setembro de 2021 registram a compra de 5.500 unidades, o valor total do investimento foi de US$ 2.326.500,00. Utilizando a cotação atual de R$ 5,20, o impacto financeiro para o Estado detalha-se da seguinte forma: valor total do contrato: US$ 2.326.500,00, ou R$ 12.097.800,00. Sendo assim, o valor unitário por pistola foi de US$ 423,00, ou R$ 2.199,60, na cotação de R$ 5,20 para o Dólar.
Munição: Com o valor unitário de R$ 2,53 (Ata CMB 032/30/25), apenas o custo das munições para um único policial totaliza R$ 253,00.
O alvo padrão para o “Curso Básico” é o PM-L-74. Trata-se de um anteparo retangular, obrigatoriamente confeccionado em papelão, com dimensões úteis de 80 cm x 54 cm. Sua concepção visual utiliza as cores cinza e branco para delimitar cinco zonas de acerto: uma “zona central” (cinza) e quatro “zonas periféricas” (brancas), denominadas conforme a perspectiva do atirador (Giraldi, 2013).
Financeiramente, o PM-L-74, de acordo com o Termo de Referência nº APMBB-005/17/23, o valor unitário deste alvo é de R$ 2,90. Embora pareça um valor reduzido isoladamente, a alta demanda para a formação de grandes contingentes, como nas Escolas de Soldados, Escola Superior de Sargentos e no Curso de Formação de Oficiais, exige aquisições em larga escala que impactam o orçamento de custeio da unidade.
Agregando-se à somatória, a Hora-Aula na PMESP é um dos custos fixos mais significativos do treinamento policial, regida pelo Decreto Estadual nº 40.540/95, é baseada em percentuais aplicados sobre o padrão de vencimento de postos específicos.
O valor da hora-aula não é uniforme, sendo progressivo de acordo com o nível de complexidade e a titulação exigida para o curso. Essa diferença reflete o investimento do Estado na formação:
Curso de Formação de Soldados (Escola Superior de Soldados): com o valor de R$ 71,92, foca na formação técnica básica de execução.
Curso de Formação de Sargentos (Escola Superior de Sargentos): fixada em R$ 143,84, remunera a instrução voltada ao comando de frações de tropa.
Curso de Formação de Oficiais (Academia de Polícia Militar do Barro Branco): o valor atinge R$ 179,80. Este montante reflete o nível de Bacharelado e a exigência de doutores e mestres no quadro de instrutores.
Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO): Com valor de R$ 251,73, destina-se ao nível de Mestrado Profissional.
Curso Superior de Polícia (CSP): No topo da pirâmide acadêmica, com R$ 323,65, voltado à formação estratégica de Coronéis e Tenentes-Coronéis.
Com base nas informações apresentadas, tornou-se possível a apresentação do seguinte quadro simulador de custos:
Tabela 1 – Quadro simulador de custos
| ITENS DE DESPESA | BASE DE CÁLCULO | VALOR TOTAL – INDIVIDUAL |
| Munição .40 S&W Treina | 100 un. X R$2,53 | R$253,00 |
| Alvos Técnicos (PM-L-4) | 02 un. X R$4,50 | R$9,00 |
| Hora-aula Instrutor (CFO) | 04 H/A X R$179,80 | R$719,20 |
| Custo total da instrução | Por Aluno Oficial | R$981,20 |
Fonte: os autores, 2025.
5. ESTUDO SOBRE O TREINAMENTO COM OS SIMULADORES DE DISPARO A SECO
Com o intuito de aperfeiçoar o treinamento policial a partir da integração de relatos de operadores e da expertise de especialistas em tiro, a empresa deu início, em 2017, ao desenvolvimento do projeto Safe Gun Pro Laser. O projeto inspirou-se em variados modelos de armamento presentes nas instituições de segurança pública, focando prioritariamente na consolidação dos fundamentos de tiro sem a dependência de ambientes restritos, como estandes de tiro ou centros de instrução especializados. Dessa forma, a portabilidade e a versatilidade do equipamento conferem ao policial a autonomia necessária para realizar o adestramento em locais diversos, como o pátio da unidade militar, o ambiente residencial ou até mesmo nas dependências de alojamentos, maximizando a frequência de treinamento com total segurança. De acordo com o CEO (informação verbal)3, o objetivo da empresa é criar um ecossistema de treinamento e institucionalizá-lo.
Imagem 2 – Kit com BlueGun

Fonte: Costa, 2025.
Imagem 3 – Conjunto de mira da BlueGun

Fonte: Costa, 2025.
6. Aplicação prática da Safe Gun
No sentido de demonstrar a eficácia da Blue Gun, de forma garantir resultados práticos, o Capitão PM Tiago Morato Maciel, do 1ºBPChq, organizou um treinamento com a Safe Gun. O treinamento foi composto por 30 alunos soldados. O critério de seleção foi intencional, priorizando indivíduos que apresentassem baixa ou nenhuma habilidade prévia com o manuseio de armas de fogo. Tal perfil foi estabelecido para isolar a eficácia do equipamento de treinamento, minimizando o impacto de vícios de memória muscular ou treinamentos anteriores. os participantes foram segmentados em quatro grupos experimentais. Essa divisão visou observar o desempenho comparativo e a curva de aprendizado proporcionada pelo uso da Blue Gun. Os dados coletados por meio da observação e do desempenho prático foram analisados qualitativamente.
Grupo 1: Duas séries de tiros sem nenhum tipo de instrução, de modo a estabelecer uma linha de base estatística, permitindo identificar se a mera repetição do exercício, sem interferência externa, seria capaz de produzir evolução nos resultados.
Imagem 4 – Séries de tiros do grupo 1

Fonte: MACIEL, Tiago Morato. 2024.
Grupo 2: Treinamento utilizando a técnica do “tiro a seco”, realizando o manuseio e acionamento da Glock G22 Gen5 sem a presença de munição, buscando a medição da eficácia da prática puramente mecânica e de fundamentos básicos na melhoria da precisão.
Imagem 5 – Séries de tiros do grupo 2

Fonte: MACIEL, Tiago Morato. 2024.
Grupo 3: grupo designado como padrão comparativo de alta fidelidade, realizando o treinamento com disparos reais. Representou o método tradicional, servindo como parâmetro para medição do desempenho dos demais grupos em relação ao uso de insumos convencionais.
Imagem 6 – Séries de tiros do grupo 3

Fonte: MACIEL, Tiago Morato. 2024.
Grupo 4: utilizou o simulador do modelo Safe Gun Pro Laser 17, realizando a integração de tecnologias de emissão de laser para a correção de fundamentos e buscando a validação da eficácia do uso de tecnologias imersivas e simuladores como substitutos ou complementos aos métodos tradicionais.
Imagem 7 – Séries de tiros do grupo 4

Fonte: MACIEL, Tiago Morato. 2024.
Após a análise os resultados adquiridos do simulador Safe Gun Pro Laser demonstraram que o equipamento tem elevada eficácia para o processo de instrução, adestramento e evolução técnica dos fundamentos de tiro. A sua aplicação revela-se tão eficiente quanto ao treinamento com o tiro real no que tange ao refinamento da empunhadura e do controle de acionamento do gatilho, permitindo a correção de vícios de execução. Além disso, ao realizar o comparativo financeiro, fica evidente a contribuição positiva que a utilização de equipamentos de simulação traz a todo o efetivo policial.
Tabela 2 – Comparação de custos
| Comparação do custo da aquisição de ativos e do treinamento convencional de simulação | ||||
| MÉTRICA AQUISIÇÃO DE DE CUSTO EQUIPAMENTO(ATIVO) | AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO (ATIVO) – 30 UNIDADES | VALOR DO TREINAMENTO– INDIVIDUAL | VALOR DO TREINAMENTO – PELOTÃO DE 30 ALUNOS | |
| Pistola Glock G22 | R$2.199,00 | R$65.988,00 | R$981,20 | R$8.579,20 |
| Simulador Inerte BlueGun | R$699,00
– |
R$20.970,00 | R$0,00 | R$0,00 |
Fonte: os autores, 2025
CONCLUSÃO
Através da análise detalhada dos custos, observou-se que o modelo convencional, embora essencial em sua etapa final, impõe barreiras financeiras que limitam a proficiência da tropa, limitando a possibilidade do aumento do número de treinamentos para os policiais. A simulação de uma jornada de 100 disparos no CFO demonstrou um custo aproximado de R$ 1.000,00 por aluno, evidenciando que a repetição necessária para a excelência é insustentável sob o regime exclusivo de munição real. O custo unitário da Safe Gun Pro Laser é de aproximadamente R$699,00, enquanto uma seção de disparos custa aproximadamente R$7590,00, evidenciando uma economia de aproximadamente 93%, fator que deixa claro o quanto a aquisição dos simuladores impactaria positivamente o resultado financeiro do Estado além de oferecer excelência para os policiais em treinamento. A efetividade prática desses novos métodos foi ratificada pelo Capitão PM Tiago Maciel Morato, que supervisionou testes com Alunos Soldados. Segundo o oficial, a tecnologia de simulação a seco é um divisor de águas para a formação básica e especializada, visto que a Blue Gun demonstrou ser um equipamento eficiente para treinamento e evolução dos fundamentos de tiro. De acordo com o Oficial (informação verbal)4, a qualidade na aplicação correta dos fundamentos é essencial para o policial que atua no patrulhamento tático.
Imagem 8 – Comparação de desempenho entre métodos

Fonte: os autores, 2026.
Ao adotar essas tecnologias, a Polícia Militar do Estado de São Paulo reafirma seu compromisso com a modernidade, com a responsabilidade fiscal e, fundamentalmente, com a preservação da vida através de uma tropa tecnicamente preparada, garantindo meios baratos, de qualidade e com eficácia comprovada. Destaca-se que o uso de equipamentos de simulação híbrida, como por exemplo da Bluegun, é classificado como uma das alternativas quando da impossibilidade do treinamento com munição real, possibilitando que o operador mantenha o treinamento básico, seja de fundamentos de tiro ou de técnicas e procedimentos, ressalta-se também que o treinamento com munição real é extremamente necessário para qualquer força de segurança.
REFERÊNCIAS
BATISTA, Edson Ribeiro. A utilização do simulador de tiro policial como ferramenta auxiliar ao “Método Giraldi” de tiro defensivo na preservação da vida. 2014. Dissertação (Mestrado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública) – Centro de Altos Estudos de Segurança, Polícia Militar do Estado de São Paulo, São Paulo, 2014.
CATARINO, Amanda de Paula Venâncio; CESTARI, Manoela Finato. Treinamento policial por simulador de realidade virtual para desenvolvimento da decisão de tiro e outras competências em complemento ao Método Giraldi. 2021. Projeto de Pesquisa (Bacharelado em Ciências Policiais) – Academia de Polícia Militar do Barro Branco, São Paulo, 2021.
COSTA, Bruno. Projeto Safe Gun Pro Laser e a institucionalização do treinamento básico. Entrevista concedida aos autores. São Paulo, 20 jan. 2026.
GIRALDI, Nilson. M-19-PM: manual de tiro defensivo na preservação da vida
“Método Giraldi”. 2. ed. São Paulo: Polícia Militar do Estado de São Paulo, 2013.
MACIEL, Tiago Morato. Entrevista sobre os testes aplicados com o equipamento BlueGun. Entrevista concedida aos autores. São Paulo, 09 dez. 2025.
MIRANDA, Anderson da Silva; SÁ, Raul Martins de. Estudo sobre a viabilidade de implantação de estande de tiro virtual para treinamento operacional dos policiais militares. 2018. Monografia (Bacharelado em Ciências Policiais) – Academia de Polícia Militar do Barro Branco, São Paulo, 2018.
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Diretriz nº PM3-001/02/20 –
Normas para o Sistema Operacional de Policiamento – NORSOP. São Paulo: Polícia Militar do Estado de São Paulo, 2020.
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Manual de fundamentos: polícia ostensiva e preservação da ordem pública. São Paulo: Polícia Militar do Estado de São Paulo, 2020.
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Manual de ROTA: princípios doutrinários e procedimentos operacionais. São Paulo: Polícia Militar do Estado de São Paulo, 2019.
SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 40.540, de 13 de dezembro de 1995. Dispõe sobre a Gratificação por Trabalho Educacional. São Paulo: Assembleia Legislativa, 1995.
1 Graduando em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública Pela Academia de Polícia Militar do Barro Branco e-mail: [email protected]
2 Graduando em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública Pela Academia de Polícia Militar do Barro Branco e-mail: [email protected]
3 Informação transmitida por Bruno Costa, CEO da empresa N. Engenharia, em entrevista concedida aos autores em 20 de janeiro de 2026.
4 Informação transmitida pelo Capitão PM Tiago Morato Maciel, do 1º Batalhão de Polícia de Choque de São Paulo, em entrevista concedida aos autores em 09 de dezembro de 2025.
